O Encontro SEMBA SAMBA acontece em:

4 a 6 de novembro de 2015

Palestrantes

Adriana Facina

Adriana Facina

Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (1995), mestre em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1997), doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002), com pós-doutorado pela mesma instituição (2008-2009). É professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Museu Nacional/UFRJ. Tem experiência nas áreas de Antropologia e História, com ênfase em Antropologia Urbana e História Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: experiência urbana e criação artística, literatura e letramento, teorias da cultura, indústria cultural e mediações, música popular, criminalização da pobreza, criação e fruição cultural em favelas. Integra o Laboratório em Cultura, Etnicidade e Desenvolvimento (LACED), integra o grupo de pesquisa Observatório da Indústria Cultural e o Núcleo de Estudos das Sociedades Complexas. Desenvolveu pesquisa de pós-doutoramento sobre música e lazer popular no Rio de Janeiro, com ênfase no funk. Atualmente pesquisa arte, produção cultural e práticas de letramento em favelas cariocas

Tema da palestra: O funk me apresentou ao kuduro: reflexões sobre diálogos musicais entre periferias.

Alberto Vasconcellos da Costa e Silva

Alberto Vasconcellos da Costa e Silva

Nasceu em São Paulo, em 12 de maio de 1931.

Diplomata, Poeta, Ensaísta, Memorialista e Historiador, suas obras sobre a História da África são um marco fundamental nos estudos africanos no Brasil.

Formado pelo Instituto Rio Branco em 1957, Alberto da Costa e Silva serviu como diplomata em Lisboa, Caracas, Washington, Madrid e Roma, antes de ser embaixador na Nigéria e no Benim, em Portugal, na Colômbia e no Paraguai. Representou o Brasil em numerosas reuniões internacionais, tendo sido delegado do Brasil na reunião da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África, em Adis Abeba, em 1961.

Doutor Honoris Causa em Letras pela Universidade Obafemi Awolowo (ex-Universidade de Ifé), da Nigéria, em 1986 e em História pela Universidade Federal Fluminense, em 2009, e pela Universidade Federal da Bahia, em 2013.

Professor do Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas do Instituto Rio Branco em 1971-1972. Presidente da Banca Examinadora do Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, de 1983 a 1985, e vice-presidente de 1995 a 2000.

Foi eleito para a cadeira 9 da Academia Brasileira de Letras, em 27 de julho de 2000. Foi presidente de entidade nos anos de 2002 e 2003.

Alberto da Costa e Silva é, também, académico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

Em 2014 recebe o Prêmio Camões pelo conjunto de sua obra.

Alberto Vasconcellos da Costa e Silva coleciona inúmeras condecorações, comendas e prêmios, não só no Brasil, como também mundo afora.

Amanda Palomo Alves

Amanda Palomo Alves

Graduou-se e Especializou-se em História pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e concluiu seu Mestrado em História pela mesma Instituição. É Doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF), atuando, principalmente, nos seguintes temas: história e música; história e cultura afro-brasileira, relações raciais no Brasil e história da África, com ênfase em Angola - século XX. É pesquisadora em vários projetos e grupos de pesquisa, entre eles, Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC/UFF), Nacionalismos e Independências (UFF) e Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro-Brasileiros (NEIAB/UEM). Em 2010 foi vencedora do "Prêmio de Monografias e Dissertações da Fundação Cultural Palmares" com a dissertação "O poder negro na pátria verde e amarela: musicalidade, política e identidade em Tony Tornado (1970)".

Tema da palestra: "Angolano segue em frente": a canção urbana de Angola do século XX e as novas possibilidade de pesquisa e investigação histórica. 

Acesse na íntegra os textos de Apresentação e Palestra

:

Antônio Sebastião Lino

Antônio Sebastião Lino

Graduado em História pelo Instituto Superior de Ciências da Educação da Universidade Agostinho Neto – ISCED - Luanda.
Administrador de conteúdos,informação e programas da Radio Nacional de Angola, desde 2012.
Jornalista na RNA há 21 anos.
Locutor, redator, repórter, realizador na RNA.

Foi Chefe de Produção do Canal A da Rio Nacional de Angola (2001/2003). De 2003-2007, exerceu o cargo de Subdiretor, e de 2007 a 2012 como Diretor do Canal A da RDA de Angola.

É Vice-Presidente do Grupo Desportivo Cultural e Recreativo da RNA. Também é Diretor Artístico, Coordenador e Apresentador do Concurso de Música Angolana Top dos Mais Queridos, realizado pela RNA. Coordena e apresenta o projeto Caldo do Poeira, programa que homenageia artistas da música popular angolana dos anos 1940 a 1970.

Tema da palestra: A contribuição da Rádio Nacional de Angola na valorização e divulgação da música angolana nos 40 anos de Independência.

Dionísio Patrocínio Nogueira da Rocha (Dionísio Rocha)

Dionísio Patrocínio Nogueira da Rocha (Dionísio Rocha)

Músico , cantor e compositor, apresentador e produtor de programas de rádio (Radio Nacional de Angola) e de TV.

Natural  da cidade de Benguela, Dionísio Rocha chega a Luanda em 1957, com apenas 12 anos de idade, e desde cedo começa uma carreira artística bem sucedida.

Foi vocalista do Grupo Negoleiros do Ritmo.

Ele completou recentemente 70 anos de vida e 60 de carreira artística, lançando um novo álbum autoral intitulado “Mulher Angolana”.

Testemunha ocular da historia da música angolana, Dionísio participou de momentos importantes e fundadores desta música. 

Tema mesa 2 - A música urbana angolana e a luta pela independência"

Tema mesa 5 - "O Semba, expressão de angolanidade - música de Kota ou música nacional?”

Acesse na íntegra o texto referente aos temas apresentados

Filipe Silvino de Pina Zau

Filipe Silvino de Pina Zau

Músico interprete e compositor, poeta e investigador, bacharel em Ciências da Educação (1971), Licenciado, no Brasil, em Pedagogia, pela UNICEUB (1988) e em Portugal, pelo Instituto Superior de Ciências Educativas de Odivelas, através do Curso de Estudos Superiores Especializados em Administração Escolar (1994), Mestre em Relações Interculturais (1999) e Doutorado em Ciências da Educação, na especialidade de Educação Multicultural e Intercultural, pela Universidade Aberta de Lisboa (2005).

No campo musical, para além de compositor, lançou a solo, em 1996, pela editora Strauss, o CD intitulado “Luanda, Lua e Mulher” e três lítero-musicais, em parceria com Filipe Mukenga, sob o título de “Canto da Sereia, o Encanto”, em 1996, pela editora “Lusafrica”, e Canto Segundo da Sereia, o Encanto, pela editora “Da Banda” e “Voz Câmara e Saxofone, apresentado a público, ao vivo, no dia 19 de setembro de 2014, na Baía e Luanda.

Foi Chefe do Departamento de Superação da Direcção Nacional de Formação de Quadros de Ensino do Ministério da Educação da República de Angola (1979/84 e 1988/90). Desempenhou as funções de Adido Cultural da Embaixada de Angola em Portugal (1990/96) e de Conselheiro com as funções de Assessor para os Assuntos de Educação, Cultura e Desportos na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP, até 2002.

Esteve ligado à docência universitária na UNIPIAGET (curso de licenciatura); à Formação Contínua de Professores no Instituto Nacional de Formação de Quadros do Ministério da Educação (curso de mestrado), em parceria com o Instituto Superior de Ciências Educativas de Portugal (ISCE); e à Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto (curso de mestrado).

Foi, de fevereiro a agosto de 2010, consultor do PNUD para a elaboração do Relatório de Angola de 2010,. De Setembro de 2010 a Março de 2011, consultor da CESO-CI, trabalhando para a Casa Civil da Presidência da República. Foi membro do Grupo de Trabalho para as Questões Económicas e Sociais do Secretariado do Conselho de Ministros. Foi ainda consultor dos dois últimos Ministros da Educação.

Foi, de fevereiro a agosto de 2010, consultor do PNUD para a elaboração do Relatório de Angola de 2010,. De Setembro de 2010 a Março de 2011, consultor da CESO-CI, trabalhando para a Casa Civil da Presidência da República. Foi membro do Grupo de Trabalho para as Questões Económicas e Sociais do Secretariado do Conselho de Ministros. Foi ainda consultor dos dois últimos Ministros da Educação.

Em dezembro de 2013, foi nomeado Reitor da Universidade Independente de Angola (UnIA), Instituição Privada de Ensino Superior.

Tema das palestras: Mesa 3 – Música, Política e Identidade “Lusotropicalismo e Angolanidade”

Mesa 4 – Angola, Brasil: Século XXI "A construção de uma nação e os factores que concorreram para a divisão do movimento nacionalista angolano".

Acesse na íntegra os textos da Mesa 3 e Mesa 4

Franklin Martins

Franklin Martins

67 anos, jornalista, foi durante muitos anos um dos principais comentaristas políticos da imprensa brasileira. Trabalhou em alguns dos mais importantes órgãos de comunicação do país, como o Jornal do Brasil, O Globo, o Estado de São Paulo, o Jornal de Brasília, a revista Época, as rádios CBN e Bandeirantes, o SBT, a TV Globo e a TV Bandeirantes. Foi correspondente do Jornal do Brasil em Londres. Em 2004, recebeu o Prêmio Comunique-se de melhor jornalista político do país. De 2007 a 2010, durante o segundo mandato do presidente Luís Inácio Lula da Silva, ocupou o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Em 2013, venceu o prêmio de TV da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) com a série de 15 documentários “Presidente africanos”.

Durante a ditadura militar, foi um dos principais dirigentes do movimento estudantil brasileiro em 1968. Participou ativamente da luta pela redemocratização do país, vivendo cinco anos e meio na clandestinidade e cinco anos e meio no exílio. Durante esse período, editou vários jornais e revistas da resistência dentro e fora do país. É diplomado pela Escola Superior de Altos Estudos em Ciências Sociais da Universidade de Paris (1977).

Em 2005, lançou o livro “Jornalismo Político”. Em 2015, entregou ao público os três volumes de “Quem foi que inventou o Brasil? – a música popular conta a história da República”.

Heloisa Helena Buarque de Hollanda

Heloisa Helena Buarque de Hollanda

Ensaísta, escritora, editora, crítica literária e pesquisadora.
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1A. Possui graduação em Letras Clássicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1961), mestrado em Letras ( Literatura Brasileira) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1974) e doutorado em Letras ( Literatura Brasileira) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979).

Fez Pós-Doutorado em Sociologia da Cultura na Columbia University (1982-83). Atualmente é Professora Emérita de Teoria Crítica da Cultura da Escola de Comunicação e Coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea, órgão complementar à Faculdade de Letras, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É diretora da Aeroplano Editora e Consultoria e, há mais de dez anos, criadora e curadora do Portal Literal (www.literal.com.br) especializado em literatura brasileira.

Sua atividade de pesquisa privilegia a relação entre cultura e política, trabalhando especialmente nos campos teóricos da teoria literária e dos estudos culturais. Sua pesquisa dedica-se às áreas de poesia, relações de gênero, relações étnicas, culturas marginalizadas e as questões colocadas pelo novo quadro econômico, político e cultural dos processos de globalização e desenvolvimento tecnológico. Seus estudos e pesquisas vem focando a cultura produzida nas periferias urbanas e sua articulação com a cultura “culta”. Desenvolve neste campo o projeto Universidade das Quebradas, um projeto experimental de extensão baseado no conceito de ecologia dos saberes.

Nos últimos cinco anos vem trabalhando ainda o impacto das novas tecnologias digitais na produção e no consumo culturais bem como as perspectivas abertas pelo ambiente da internet para a criação e para a democratização do acesso ao conhecimento.

Em suas palestras e artigos mais recentes, o foco principal de seu trabalho vem sendo as questões relativas ao cruzamento da tecnologia, cultura e desenvolvimento.

É autora de muitos livros. Seus artigos e palestras recentes privilegiam a cultura produzida nas periferias das grandes cidades e a cultura digital.

Henrique Cazes

Henrique Cazes

Começou a tocar violão com seis anos de idade e gradativamente foi incorporando o cavaquinho, o bandolim, o violão tenor, o banjo, a viola caipira e a guitarra elétrica, sempre como autodidata.

Estreou profissionalmente em 1976 com o Conjunto Coisas Nossas, e em 1980 passou a integrar a Camerata Carioca, onde trabalhou em contato direto o bandolinista Joel Nascimento e o maestro Radamés Gnattali.

Em 1988 Henrique iniciou sua carreira de solista de cavaquinho, com o lançamento do primeiro disco "Henrique Cazes", simultaneamente ao método "Escola Moderna do Cavaquinho", o mais utilizado livro didático do instrumento. Como solista lançou ainda outros discos como "Tocando Waldir Azevedo", "Desde que o Choro é Choro", “Pixinguinha de Bolso”, “Tudo é Choro” e “Vamos acabar com o baile”. Em 1998 publicou o livro "Choro, do Quintal ao Municipal", em que resume a história de 150 anos de Choro.

Fundou e dirige a Orquestra Pixinguinha, a Camerata Brasil e o Novo Quinteto. Tem sido apontado como o melhor solista de cavaquinho, trabalhando também com a criação de trilhas para cinema, teatro e televisão.

Concluiu em 2011 o Mestrado em etnomusicologia na Escola de Música da UFRJ, defendendo trabalho sobre rodas de choro. É professor na mesma escola desde 2012, trabalhando na implantação do bacharelado em cavaquinho, único do gênero.

Hugo Sukman

Hugo Sukman

Jornalista e crítico de música, curador do novo Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro. É autor, entre outros, dos livros "Martinho da Vila - Discobiografia" (2013), "Histórias paralelas - 50 anos de música brasileira" (2011), "Heranças do samba" (2004), com Aldir Blanc e Luiz Fernando Vianna, todos pela Casa da Palavra. Colabora com diversas publicações brasileiras e foi repórter, editor e crítico de música no Globo e no Jornal do Brasil. Dirigiu para a TV programas como "Feira Carioca do Samba" (Canal Brasil, 2008) e "Hoje é dia de música" (Conspiração/HBO, 2014) e shows como "Edu Lobo - 70 anos".

Tema da palestra: Rio, o musical. É um histórico da música brasileira no Rio de Janeiro, até chegar na situação atual, tendo o samba como eixo.

Jomo Francisco Isabel de Carvalho Fortunato

Jomo Francisco Isabel de Carvalho Fortunato

É natural da província de Luanda. Durante a sua formação frequentou instituições de ensino no Huambo, Portugal e França. Mestre em Literatura Angolana, pela Universidade Agostinho Neto, é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante Português – Francês, pela Universidade de Aveiro.

Professor universitário das disciplinas de Língua Portuguesa e Cultura e Literatura Angolana, nos cursos de Sociologia, Antropologia, Geo-demografia, e Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, é ainda jornalista cultural , apresentador e criador do programa, “Vozes do Semba”, série de documentários sobre história da Música Popular Angolana, na Televisão Pública de Angola.

Assina, às segundas-feiras, no Jornal de Angola, textos de investigação sobre música, literatura e teorização de assuntos culturais. Foi editor do Suplemento Vida Cultural, igualmente do Jornal de Angola. Comentarista cultural da Rádio Nacional de Angola (RNA), foi assessor da Ministra da Cultura, e doutorando em Estudos Culturais pela Universidade de Aveiro e Minho. Tem desenvolvido intensa divulgação sobre história da Música Popular Angolana, de 1945 até aos nossos dias.

Tema de palestras

Mesa 2 - Reconstituição histórica e periodológica da Música Popular Angolana.

Mesa 5 - Novas tendências da Música Popular Angolana; Geração pós-André Mingas.

Acesse a apresentação da Mesa 2

Leandro Mendonça

Leandro Mendonça

Professor e pesquisador de cinema, economia da cultura e direito autoral, doutor em Cinema pela USP e com Pós-doutorado no Ceis 20 (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra).

Leciona Direito autoral e políticas culturais no curso de produção cultural da UFF, Credenciado no PPGCA/UFF - Pós graduação em Estudos contemporâneos das Artes, no PPED/UFRJ Pós Graduação em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento e no PPCULT/UFF - Programa de Pós-graduação em Cultura e Territorialidades.

Coordena o NEDAC - Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direito, Artes e Políticas Culturais e o LCV - Laboratório de Cinema e Vídeo (este um projeto interdisciplinar com a UERJ onde é líder do grupo de pesquisa PENSAMENTO E EXPERIÊNCIA).

Atua nas áreas das artes, direito autoral e é membro da Comissão de Direitos Autorais da OAB-RJ (2007-2009; 2010-2012;2013-2015). Atualmente, sobre autoria e cinemas em português através de seminário temático na SOCINE e GT na AIM. É membro fundador da Rede Proprietas.

Tema da palestra: Um cinema sem laboratório. Exibição em Angola e modos de produção em África.

Leonardo Santana da Silva

Leonardo Santana da Silva

Doutor em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em História Social pela Universidade Severino Sombra (USS – Vassouras). Especialista em História da África pela Universidade Castelo Branco. Graduado em História pelo Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM). É professor e coordenador do Curso de História do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM). Autor dos livros A contribuição do chorinho para a inserção do negro na sociedade brasileira e O processo abolicionista no Brasil na visão de dois intelectuais afrodescendentes engajado na causa: André Rebouças e José do Patrocínio. Bolsista-pesquisador da Fundação Biblioteca Nacional (2012-2013).

Tema da palestra: Tradições e modernidades nos tempos do choro e samba: um campo de observações entre o choro imperial pré-fonográfico em contraste com o samba republicano fonográfico.

Luena Nascimento Nunes Pereira

Luena Nascimento Nunes Pereira

Professora Adjunta da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995), Mestre (2000) e Doutora (2005)em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com a tese "Os Bakongo de Angola: Religião, Política e Parentesco num bairro de Luanda".

Fez Pós-Doutorado no CEBRAP/Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (2005-2008) e no King's College/Londres (2008, bolsa FAPESP).

Foi bolsista PRODOC (Capes) no PPGAS/Unicamp (2008-09).

Atua na Área de Antropologia, com pesquisa nos seguintes temas: Angola, África contemporânea, identidade étnica, nacionalismo, identidade religiosa, relações raciais, marcadores sociais da diferença, ensino de História e Cultura africana e afro-brasileira.

Nilton Santos

Nilton Santos

Professor Adjunto da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde está vinculado ao Programa de Pós Graduação em Antropologia (PPGA), desde 2009. Vice coordenador do Núcleo de Estudos em Artes, Ritos e Sociabilidades Urbanas - NaRUA/UFF. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná (1990), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997) e doutorado em Antropologia Cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006), atuando principalmente nos seguintes temas: etnografia urbana, carnaval e festas metropolitanas, musicalidades contemporâneas, direitos autorais e novas tecnologias, mediação sócio-cultural, identidade, patrimônio e memória social. Vinculado às seguintes linhas de pesquisa do PPGA/UFF: Etnografia Urbana; Ritual e Simbolismo; Etnicidade, Identidade e Nação; Transmissão de Patrimônios Culturais e Antropologia do Poder.

Palestra: "Desfilando África na Sapucaí: narrativas carnavalescas sobre Angola".

Sonia Maria Giacomini

Sonia Maria Giacomini

Antropóloga, Professora do Departamento de Ciências Sociais da PUC-Rio.

Doutora em Sociologia pela Sociedade Brasileira de Instrução - SBI/IUPERJ.

Possui graduação História (Licence d`Histoire), pela Université de Paris VII (1979), e em Administration Economique et Sociale, option Sciences de la Société, pela Universite de Paris VII (1976).

Mestre em Antropologia Social pelo PPGAS-Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992).

Desde 1980 é professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Sociologia e Antropologia, com ênfase em Antropologia das Relações de Gênero, Antropologia das Populações Afro-Brasileiras e Antropologia Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: relações de gênero, relações raciais, cultura, corporalidades, sexualidade, pensamento social brasileiro e identidade social.

Professora Associada 1, é Membro Colaborador Universitário Internacional do Réseau Québecois d`Études Féministes - RéQEF

Diretora do Departamento de Ciências Sociais por dois mandatos e Coor denadora do Núcleo Interdisciplinas de Reflexão e Memória Afrodescendente de 2007 a 2013.

Atualmente é Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC-Rio.

Wagner Chaves

Wagner Chaves

Antropólogo, professor do departamento de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio Janeiro. Wagner realizou pesquisas de campo na região do médio rio Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, e no norte de Minas Gerais, enfocando os giros rituais das folias de santos reis, tendo publicado, em 2013 pela Editora da Universidade Federal de Alagoas, o livro “Na Jornada de Santos Reis: Conhecimento, Ritual e Poder na Folia do Tachico”, além de diversos artigos tratando de temas como ritos e festas da cultura popular, práticas de colecionismo, religiosidade popular e música.

Entre 2009 e 2014, quando lecionou na Universidade Federal de Alagoas, assumiu a coordenação do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore, se responsabilizando pela reorganização do relevante acervo de cultura popular alagoana pertencente à instituição, originalmente constituído pelo folclorista Théo Brandão.

Tema da palestra: A patrimonialização da música popular. Pretende focalizar os processos de patrimonialização cultural em curso no Brasil a partir do caso do samba, considerado um emblema de brasilidade.

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